Cultura Geral


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Limpando a casa, estou colocando arquivos antes guardados no "backup" da máquina.

Ficarão nas "mensagens anteriores" (de março). Wagner..................



Escrito por wagner4 às 03h39
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Glamour: textos de Wagner.

Glamour

 

Sou quem procura teu corpo

Quem olha o mar

Quem passa a noite por túneis

E conhece

A fantasia

 

Sou quem conhece teu corpo

O sentido, o gemido

Os olhos fechando

A boca se abrindo

Chamando

Pra amar



Escrito por wagner4 às 22h29
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A força de asfaltos e rocks

 

A força de asfaltos e rocks / de

Cochran e Pistols / dança eufórica

num baile / onde a verdade

será dita / meninos de Piva /

que gostam de jazz e rocks e

jogam capoeira / vestem as roupas /

e bailam entre normas /

e pessoas / mas recusam coleiras /

antes o vício / a viver acorrentado

/ não fingem não saber / o que seja festival /

dão os saltos maiores /

Distanciam-se / do festival de baixas

cabeças / pessoas cotidianas /

leem Piva Willer Ferlinghetti e dom

Errico Comunista Malatesta / ouvem

os gritos / os corpos / pedindo mais

/ fazem a dança proibida / Acendem o farol /

nas noites do teatro / espantam toda

tristeza / & que as damas não se assustem /

 

O fim de tudo é um álbum de família



Escrito por wagner4 às 22h18
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Grafites, takes e uma tatuagem.

 

Amor / maré / temer

 

Chi lo sà?

 

O homem teme o mar

Tem que temer?

Tem que amanhecer todo dia

No braço da amada ou

Num pedaço de

Mar?

 

Chi lo sà?

 

 

 

 

Chi lo sà? (nº 2)

 

Faço suas

palavras

Palavras

Faço

 

Em mesas

de restaurante

meu

pasto

 

e asilo

 

 

 

 

 

 

 

torquato

 

torquato

sobe

 

à cena

guitarras

 

elétricas

 

combus

tíveis

 

pra

vida

 

 

 

Transnascer

 

Corpo quente

Jorro livre

Sem Sentido

 

Cama vê

sem muito

espanto

Dois bebês

Recém-

Nascidos

 

 

 

 

 

take 3

 

passeio pela orla

esqueço meus pés

neste passeio

 



Escrito por wagner4 às 21h56
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TAKE 16

 

passeio pela orla

encontro meus pés

neste passeio

 

a chuva

cai

pra descansar

de seus

esforços



Escrito por wagner4 às 19h03
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Muito Autobiográfico

 

De fliperama em

fliperama

subo a rua

Augusta

passeio, cenas,

cenários,

lugares por

onde ver Claudio

Willer,

Plínio Marcos,

Roberto Piva,

Bicelli, Éder

Antonio, Luciano

Dias Soares, flípers.

 

Pegamos ônibus,

entre a São João

e os restaurantes,

entre Maldorores e

Nelsinho

Novaes

Rodrigues.

 

Passeios. Meninas

e mostras.

Filmes antigos.

Nosso sempre

amigo jornalista

cinéfilo Farina.

Futebol com Kika e

garçons.

 

Porões de lojas,

estacionamentos

escutando Prince

com colegas

do Wilson.

 

Dançando com

Ana em

Campinas, entre

Punks e travestis.

Vivendo minha

vida no bar do

Mike

na cidade de Ubatuba,

pescando com

meu tio,

que nasce sempre

quando entra de novo

na água.

 

Cantando, com

Douglas, viajando

sozinho,

fotografando

turistas

dormindo em

rodoviárias,

escrevendo

em embalagem

de cachorro-quente.

 

E minha vila, com

seus Aviões,

e minha vila?

 

Ângela e Gilberto

Gil.

As Galerias de

Brasília, a duzentos Km/h

com Revair,

ele tocando

bateria, Renato

compondo,

Paulo por aí.

 

Torcer

nos estádios.

Desço a Atlântica

ou corto a av. Pacaembu.

 

Conversar com os

amigos músicos e com

os amigos não músicos.

Amigos desenhistas.

 

Encontro um pouco de

amizade

entre pessoas.

 

Como minha

comida em mercados e

bares.

 

Perdizes. Viagens

E passeios.

 

Pichação em

Salas de arte.

 

David, estátuas

de Brecheret,

Praça das

Repúblicas.

Dos meus sonhos.

Tiradentes

com amadas

e noites

de aluguel.

 

Parceiros

no dia a dia.

 

Vivemos sempre

Isto e curtimos

sempre

 

Acredito



Escrito por wagner4 às 19h01
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Take 11 - Agnes

 

a vênus

japonesa

no campo

de pedras

 

dos meus

sonhos

 

no lago

alto dos

                        desejos

 



Escrito por wagner4 às 18h56
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Take 21

 

mergulho

o rio não pára

enquanto

 

brinco

 

com meus pés

 

mergulho

o rio não pára



Escrito por wagner4 às 18h50
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Take 13

 

vejo os olhos puxados

da manhã

 

                             que nasce



Escrito por wagner4 às 18h49
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Take 6 

 

sorrisos

na rodoviária

felizes

por sair

 

dali

 

 

 

 

 

 

 

 

pan, puck e punk

 

um navegante

passeia

desconhecido

por

um

país

 

sem brasões

 

um navegante

procura

sozinho

por

uma

luz

 

sem grilhões

 

um navegante

procura

a sua

 

própria

inspiração

 

na

lu

mi

no

sa

 

cidade

 

da canção

 

 

 

 

 

TAKE 5

 

 

 

beco punk

 

na vida

 

notícias

 

& beijos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Take 3

 

 

olho o mar

diante de mim

 

ou sou eu

diante

 

do mar?

 

 

 

 

 

Tim Burton

 

Para mim nome

de cidade

 

real, é claro –

como São Paulo,

Springfield,

 

Halloween

 

que – no Fim –

dá no mesmo

 

o real nunca

apavora 



Escrito por wagner4 às 18h48
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Samba

 

Á noite eu me oriento

Sob a lua estragada

Pelo incrível odor

De uma rosa tatuada

 

Coberta pelos

Destroços

Da camiseta

Jogada

 

Nada oculta o odor

De uma rosa

Tatuada 

 

 

 

 

 

 

 

 

estou aqui neste momento

sou agora um pedaço

da praia

de mim

 

pescador



Escrito por wagner4 às 18h13
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Take 1

 

Sorrisos

Na rodoviária

Felizes

Por chegar

 

 

 

 

 

 

 

jornada

 

lia jornal

na praça

o homem

que assistia

ao mundo

como TV

 



Escrito por wagner4 às 18h07
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(a rachel de queiroz)

 

rachel

de queiroz

seca

seca

que

 

percorre

a escrita

 

corre

percorre

a falta

 

falar

da falta

do rio

da alegria

 

falar

da falta

do

que

lhe

sobra

 

humana

alegria

 

 

 

 

 

 

 

 

lilia

 

(à Katarina Loman)

 

dia claro, claro

lilia brilha

brilha

 

 

 

 

 



Escrito por wagner4 às 18h06
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O Glauber e a Rocha

 

Novela de cavalaria

Biografia Barroca

Mistérios de sol a sol

 

Primeiro livro que li

 

Redescobrir o País

Aos olhos de um Homem

De dolorida figura

Um filme de aventura

 

Duas cabeças – uma

Pensando, a outra

Amando – guerreiro

Bufo – Cangaceiro

Da Triste Figura

 

 

 

 

 

 

 

desacato

 

despido

de pudor

vejo

 

seus olhos

 

de

desejo

que

 

me

veem

 

me

seguem

 

e

me

despem

 

em

ansiosa

 

 

alegria 



Escrito por wagner4 às 18h04
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TAKE 4

 

passeando pela praia

só sei o que meus passos

ensinam

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Take 12

 

Meus

Pés escrevem

Meu rastro

Na areia

 

 

 

 

 

 

 

 

rua louca sem nome

 

rua louca sem nome

faca entre dentes

eu beijo sua língua

 

(sobre tema de gregory corso)

 

 

 

 

 

 

Camiseta rasgada

 

À noite eu me oriento

Sob a lua cansada

 

Pelo incrível odor

De uma rosa

Tatuada

 

Coberta pelos

Destroços

Da camiseta

Rasgada

 

Nada me oculta

O odor

De uma rosa

Tatuada

 

 

 

 

 

 

 

 

TAKE 9

 

Nossos olhos

Paisagens interiores

Passeiam na desordem

Deste quarto

 

 



Escrito por wagner4 às 18h03
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TAKE 20 – chove

 

 

chove

 

o rio

corre

o dia

 

morre

 

 

 

 

 

 

TAKE 8

 

Ame, viva e sorria

Dizia a propaganda

E eu, sem dinheiro

Pra comprar

 

 

TAKE 7

 

solta as ligas, gargalha.

navalha corta e cintila,

lá fora. aqui, apenas

vemos seu show.

 

 

 

 

 

 

TAKE 2 – o olhar

 

nossos

olhos

 

câmaras

interiores

 

passeiam

pela

 

desordem

do quarto

 

desviam (se?)

 

de nós

 

 

 

 

 

 

 

Divas

 

Esses insetos parecem os dias

Pequenos e vários, confusos.

Esses insetos parecem divas. Agudos,

mas, às vezes, graves.

 

 



Escrito por wagner4 às 18h00
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TAKE 14

 

fecho

os olhos

 

 

 

 

 

TAKE 15

 

tudo em

volta

(é)

volta

 

tudo é perto

 

tudo

volta

 

a toda

hora

 

 

 

 

 

 

 

Take 16

 

a ave voa

(à revelia)

 

torna a tarde

vazia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lilia recita

                        Yeats pra chuva

que cai

 

            (agradecida)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

retorno (heavy metal ao som do Echo)

 

às vezes

a realidade

vacila e

cai

em

minha

testa

 

com a força

de uma porrada

 

bruta

como

onda

que

me

acerta

 

antes que o

peito

esteja

 

pronto

para

o ataque

 

antes que

se prepare

a perna

para

o golpe

e a

cara

esteja

pronta

para

o soco

 

então

as manchas

na toalha

podem ser

fartura

 

ou vestígios

 

do último

golpe

 



Escrito por wagner4 às 17h59
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Bichos da Lilia (sobre pintura modernista)

 

Os bichos meio preguiçosos até que me assustam.

Mas o pleno de fertilidade e de feminino e sol: a cor,

Eu sei, isso é quase vida, bem quase desejo de viver.

O que isso tem a ver com amizade?

 

Energia. O sol que alimenta a terra

que alimenta o rio Que alimenta o homem que vai

nascer.

 

Não é disso que se trata, pessoas ausentes como possíveis?

A distância de uma memória que se realiza no quando

Lugar de tudo que sabemos que está lá: no amigo, sol.

 

No que é, o que está por acontecer porque está: aqui

O amor, amigo, brilhando quente, não importa se o dia

Está dormindo. Por isso não termina.

 

O amor, amigo, esse que alimenta a terra que alimenta

O rio que alimenta a cor. Todas as cores: possível

 

Nenhum contato? A cor nos alimenta: o amigo

Está presente em tudo que faço: você está aqui,

 

Pessoas presentes como possíveis: agora?

 



Escrito por wagner4 às 17h57
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Take 17 – Cinema noir

 

Nós de braços dados numa ponte.

O rio passando. O tempo passando.

As nuvens. Os barcos. Cachorros.

Mulheres correndo. Tecendo uma intriga.

Atriz. A bela Beatriz. Declama

seu salmo-maiakovski.

Vinícius (de Moraes) no MP1000

Sonho de valsa e sorriso de baleia.

 

No fim, ela volta pra cobrar.

(pausa) Eu nunca senti prazer

(arpejo) Em ser ferido pelas costas.

Mas acaba o filme e ela volta

Pra dizer – (Drummond:) Que o fim

Está no começo

E o cinema

 

Não é lugar pra namorar. 

 

 

 

 

 

TAKE 18 – Linda-Névoa

 

Sobre a pedra 

A nos olhar

A brincar com

 

 

Suas pernas

Um poema

– Silêncio

De nós dois –

Se escreve

 

 

 

 

 

 

 

 

  

TAKE 19

 

 

rumba – eu salto

mambo – eu sambo!

            (iiiiiiiiii! – ei!)

 

hotel praia sol 

 



Escrito por wagner4 às 17h49
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 Take 26

 

 

 

O Blues da Cidade

 

Rasga a carta. Velado desespero

À espera em mesas de bar.

Nas ruas, fatos e fezes

A ponte e a estrada. Ninguém

Olha o rio que amanhece

O sol amarelo. O céu amarelo

De merda poluída. Sorrisos.

Pessoas passando. Motéis e

Outdoors à meia-noite

Mesas de sinuca e bares

Bilhares. Pessoas dormindo

Nas mesas. Algum barulho.

Cachorros. Motores de geladeira

E carros distantes. Asfalto

Quiosques de madeira. Postos

De gasolina. As malas. Viagem.

Lugar fechado. Latas.

O coletor de sucatas. Nós.

Orvalho sobre as placas. Recorda

Todos os nãos. Alguém espera?

Pedidos pra voltar. E, ao chegar,

Indiferença.

 

 

 

 

 

 

 

HOLLYWOOD

HALLOWEEN, Pois no fim

(The End)

DÁ NO MESMO

 

Nada me apavora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cinefotobiografia

 

(para Matsuo Bashô)

 

 

Estrela

 

E sobre a relva

A figura de um

 

Grilo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TAKE 23

 

brincando

com suas pernas

 

distante

um sim

 

de mim

 

um poema

se

destrói

 

 

 

 

 

 

 

TAKE 24

 

Distante

Um sim

De mim

Este

Poema

 

Se escreve

 

 

 

 

 

 

 

 

TAKE 27

Final

 

(ao poeta Luciano Dias Soares)

 

 

 

no trem

um homem

procura

sua linha

 

ou lei

 

 



Escrito por wagner4 às 17h44
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Chuvisco

 

(a Nelson Novaes Rodrigues

e a Luciano Dias Soares)

 

Cada amigo pinga sua vida na minha

E eu, canto de rua, farol de praia velha,

Poste apagado em rua deserta,

Chuvisco e espero calado

Recordando meus amores: Ângela na noite

Veloz de domingo, uma angela.

Ou eu na praia

Com Agnes na areia

Voltando, pescador,

Da busca da rede.

Lembrando dos

Fatos, contando

Vantagem. Eu, sozinho,

Hoje, comigo.

Distraído

 

 

 

 

 

 

Galaxya em Lívia

 

Cisma de estrelas

Fonte da força

Amor-carinho

Riso, força no turbilhão

De leite e mel

 

Melodia do riso

O choro esperado da alegria

 

Galáxia

Em

Lívia

 

 

 

 

 

 

 Lilia/Bichos

 

Os bichos meio preguiçosos até que me assustam.

Mas o pleno de fertilidade e de feminino e sol: a cor,

Eu sei, isso é quase vida, bem quase desejo de viver.

O que isso tem a ver com amizade?

 

Energia. O sol que alimenta a terra que alimenta o rio

Que alimenta o homem que vai nascer.

 

Não é disso que se trata, pessoas ausentes como possíveis?

A distância de uma memória que se realiza no quando

Lugar de tudo que sabemos que está lá: no amigo, sol.

 

No que é, o que está por acontecer porque está: aqui

O amor, amigo, brilhando quente, não importa se o dia

Está dormindo. Por isso não termina.

 

O amor, amigo, esse que alimenta a terra que alimenta

O rio que alimenta a cor. Todas as cores: possível

 

Nenhum contato? A cor nos alimenta: o amigo

Está presente em tudo que faço: você está aqui,

Pessoas presentes como possíveis: agora?



Escrito por wagner4 às 17h31
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Cinema: Curso com André Okuma. E mais uma edição da Semana Castro Alves, com o Bosco.

III Semana Castro Alves começa no próximo domingo na Casa dos Cordéis. Programação completa pode ser conferida em www.boscomaciel.com.br.

E André Okuma comunica que estão abertas inscrições para o curso sobre cinema, no Adamastor Centro. André é cineasta e organiza o Cineclube Adamastor. As incrições vão até dia 13/3. Pode-se conferir em http://cineclubeadamastor.blogspot.com.



Escrito por wagner4 às 20h40
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Não vou "reabrir" o blog. Mas tem algumas mensagens importantes que não dá para não repassar:

Cláudio Willer, dia 10 de março na série Clube de Leitura de Poesia. Vamos?

1. No próximo dia 10 de março, quinta-feira, às 19 h, eu me apresentarei na série Clube de leitura de poesia no Centro Cultural São Paulo (sala de debates). Lerei, pela primeira vez em público, poemas de meu novo livro, intitulado A verdadeira história do século XX. Farei entrega simbólica dos originais a Antonio Vicente Seraphim Pietroforte, da editora Demônio Negro.

Em seguida, convidados lerão poemas: Antonio Vicente Seraphim Pietroforte, Chiu Yi Chich (Winner Chiu) que anunciará o lançamento, de Naufrágios, Analu Andrighetti, Ariane Alves dos Santos, Conceição Bastos, Daniel Franção Stanchi, Lelia Romero, Marcelo Ariel e Neli Vieira. A sessão, que inaugura uma nova programação de apresentações de poetas no Centro Cultural São Paulo, coordenada pelo poeta Claudio Daniel, será aberta ao público.

.

Venham.

 

SERVIÇO:

Clube de leitura de poesia, dia 10/3 – quinta-feira, às 19h: Claudio Willer

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO: Rua Vergueiro 1000 - CEP 01504-000 telefone 3397 4002 Paraíso São Paulo – SP (Metrô Estação Vergueiro). www.centrocultural.sp.gov.br/ Local: Sala de Debates. Entrada franca.

O Centro Cultural convida a cada mês um poeta para leitura de poemas e uma conversa com o público. Após a apresentação haverá um sarau livre no qual todos os autores presentes poderão ler seus textos. (duração da sessão: 90 minutos)

 

Agradeço divulgação, retransmissão e todas as demais manifestações de interesse e simpatia.

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Escrito por wagner4 às 17h49
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Fim da transmissão.

Acácio, Adriana Peres, Andreia Sousa, Andrea Nonato, Angela Peres, Anna Araújo, Cíntia Nascimento (Kika/Cíntia Brustello), Daniela Azevedo, Dill, Douglas D'Angelo, Éder Uzeda, Henrique, José Lopes, J. Roberto, Lourdes Gomes, Luciano Dias Soares, Marcos "Morcego", Nelson Novaes Rodrigues, Olindino S. Silva (Dino), Oliver (Kiko), Paulo Alexandre, Renato Alves, Revair Paviani, Rubem, Valmir Quinto de Souza, Wagner Lopes Pires, Wagner Rodrigues e Wilson Takashi.

E os que nos apoiaram, e deixaram aparecer a coisa mais inusitada que podíamos pensar: Cláudio Willer, Roberto Bicelli, Rogério Brito, Vinícius Gonçalves, Maurício, Lilian Amaral, Valdir Lira, André Houxley (André Prosperi), Nunno Dora (Pedro), Roberta Andressa (Roberta Villa), Ife - Carol, Bia e Patrícia -, Castelo Hanssen, Joel Oliveira e Antônio Bivar, entre outros. Bandas Instinto Coletivo, Drama, TV República, Beatrice, outras tantas dos festivais, encontros, bares e teatros por aí afora. Infelizmente impossível repetir a satisfação de encontrar Jaime Cuberos, Roberto Piva e Orlando Gigli.

Cartazes, desenhos de Alexandre Villas Boas, trabalhos visuais de Daniela Azevedo, imagens de Lyn Nimtz. E batutas: pessoas que ralaram discretamente para que o circo chegasse à cidade.

18 anos. Completados, de um modo ou de outro, entre junho e novembro do ano passado. E mais 18 anos, se pensarmos na primeira apresentação.

Nesse aspecto, Claudia, Ângelo, Reggae, Jucélio, Genilson, Juscélia, Picapau, Bicelli, libertários doidos que agitaram nossas farras. Pedro, Macaxeira, Elton confiaram. Edmilson Souza, por exemplo, emprestando porta e chave. Todos esses anos.

Amigos: Cris, Maria, Luís Cláudio, Leandro, João, Céu e Daniele. E tantos que não cabem. Por isso, paro por aqui. 26 de março, alguns voltam ao palco, junto a novos amigos, velhos parceiros, desejos de toda vida.

Mas, pelo aspecto necessariamente "particular" deste espaço, ele precisa ser interrompido.

18 anos da Antropoesia. Ela se carrega por si.

Não precisa mais de um espaço virtual (exageradamente simples) para divulgá-la, o que foi o propósito primeiro deste espaço.

Sigam pelo mundo: www.myspace.com/antropoesia. Contatem-na em seus diversos perfis eletrônicos.

Descubram-na, ou contribuam, se quiserem, como quiserem para sua aventura permanecer "existindo".

Rock'n'Roll. Literatura. Poesia. OUTRAPOESIA. Este blog se encerra por aqui.

A nova/já/maior/de/idade/Antropoesia continua.

Volta a atuar neste dia 26 de março.

A gente se vê.

Abração.

 



Escrito por wagner4 às 18h53
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Toda influência.

Após falar de passagem sobre a perda de Benedito Nunes, preciso responder a minha própria consciência. Embora eu tenha muitos livros, somente alguns autores críticos me influenciam em grande parte do que penso: Cláudio Willer, Leila Perrone-Moisés e Augusto de Campos são os mais importantes, na minha leitura.

Há outros. Greenberg, Read e Kandinski, em artes visuais. Brecht e Grotowski, como teóricos teatrais; Glauber Rocha, no cinema; professores, como José Miguel Wisnik, Joaquim Benedito, Maria Rosa, Mara Lúcia, dos quais assisti aulas ou "palestras".

E os livros de Heloísa Buarque de Hollanda, ou "à sua volta", são todos interessantes: "CPC, Vanguarda e Desbunde", "Poesia Jovem", "Literatura: anos 70", "Patrulhas Ideológicas", por exemplo, são bons roteiros para conhecer sua "época" (anos 1960-1970).

Mário de Andrade e o estranhíssimo Pound são ótimos mapas de leitura. Qualquer coisa que fale de Stevenson me atrai, também.

Manchete publicada no "Portal Literário" dá conta de nova edição de José de Alencar. Vou tentar recuperar meus livros sobre o autor.

Em geral, as "críticas" são conversas de com(p)adres. Também extremamente distorcidas pelo humor do crítico.

A história aponta Saint-Beuve. Eu tenho-tive que frequentar Roland Barthes, a revista semanal preferida de todo mundo.

Há críticas doloridas e as delirantes (minhas favoritas).

A de Roman Jakobson sobre seus parceiros, em "La génération qui a despillé ses poètes" (A geração que desperdiçou seus poetas), corresponderia ao primeiro tipo (não conheço tradução em língua portuguesa, mas o texto está em "Questions de Poétique", extraordinária compilação de trabalhos de Jakobson, traduzida para a língua francesa, sob a batuta de Tzvetan Todorov).

Ao segundo tipo, meu poeta favorito delirantemente provocador (e mentor do Jakobson poeta, ao que parece). Falo de Velimir Khlébnikov. Seus textos teóricos podem ser encontrados em qualquer universidade, na revista "Poétique", também em francês. Mas valem o esforço de ler.

Ambos apontam para o poeta Augusto de Campos (ou inversamente, Augusto de Campos aponta para eles).

Porque a "sem-cerimônia" de Augusto fingindo "traduzir" autores "desconhecidos" enquanto cria sua própria dicção é uma aventura literária difícil de não empolgar quem quer que goste um mínimo sequer de literatura. Cláudio Willer, tradutor dos difíceis textos de Ginsberg e Ducasse, também não fica por menos.

Enfrentando o "pior" do idioma inglês - a poesia inovadora de Allen Ginsberg - e a mais inventiva prosa "em francês" (teses sobre a influência da retórica espanhola sobre Isidore Ducasse devem dificultar essas asserções), Cláudio Willer instalou um padrão desafiador para quem viesse em seguida: o verso e a frase estavam lá, mas nem um nem outro poderia ser visto sem espanto. Motivos para frequentar essa "crítica".

Apesar disso, ninguém escreveu A Falência da Crítica, senão Leila Perrone-Moisés. Tudo que fazemos, desde então é divulgação ou didática, que é o melhor que se pode encontrar depois disso. Até, Wagner.......................



Escrito por wagner4 às 15h55
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Curtas-metragens. Festival

Em Guarulhos está para acontecer o FAMCURTAS. É o que me passa o Rubens Mello. As informações iniciais são de que tem como proposta o cinema fantástico, e exibições acontecerão no cinema do Shopping Bonsussesso. Endereço (conferir): www.famcurtasguarulhos.com.br. Passamos mais informações assim que chegarem.



Escrito por wagner4 às 15h21
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Representações Femininas. 26 de março.

Agora está ainda mais certo. Ontem falamos as "últimas dúvidas" sobre o evento.

Em março se discute, homenageia, comemora a mulher. Penso assim. Na verdade, os motivos são diversos, desde uma singela homenagem às pessoas que compõem mais da metade da humanidade, até a reflexão sobre como são as relações sociais em relação a elas.

Símbolos, personagens, histórias. Personagens históricas, autoras fundamentais, símbolos femininos, representações literárias, ou questões relevantes para a atualidade. É assim que imagino será o evento. Convidados falarão a partir de suas próprias preferências ou inquietações sobre a mulher.

Os convidados pretendem apresentar em diferentes códigos as suas intervenções: música, leitura, performance, artes visuais ou outra.

Vejamos.



Escrito por wagner4 às 13h56
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Outra reclamação. Benedito Nunes.

Na esteira da resmungação anterior, falar também da perda de Benedito Nunes, noticiada hoje. Importante crítico literário. Ih... Lugares vagos na cultura...

Wagner Lopes Pires........



Escrito por wagner4 às 17h31
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Recados do Ângelo.

Nosso melhor correspondente, Ângelo Macedo, o poeta, está de volta.

________GRANDE CONCURSO CIDADE DO RIO DE JANEIRO

INSCRIÇÕES ATÉ 10 DE ABRIL DE 2011
 
A TABA CULTURAL EDITORA institui o CONCURSO NACIONAL DE POESIA E PROSA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, destinado a autores de todo o país.
PARTICIPANTES: Autores amadores ou profissionais, nacionais e estrangeiros residentes no país, que escrevam em língua portuguesa.
INSCRIÇÕES: As inscrições são gratuitas e podem ser enviados até 3(três) trabalhos em cada categoria, no máximo de 6(seis)trabalhos por autor.
 
CATEGORIAS:
 
Poesia ( metrificada ou verso livre).
 
Prosa (conto, crônica e prosa poética).
 
TEMA E APRESENTAÇÃO:
 
O tema é livre. Os trabalhos podem ser enviados por e-mail ou pelos correios.

a) Pelos correios: Os trabalhos devem ser digitados, ou datilografados somente em um dos lados da folha, sem limite de páginas, onde deverão constar o título do trabalho e o pseudônimo do autor. Duas vias apenas de cada trabalho. Numa folha anexa deve vir o pseudônimo do autor, os títulos dos trabalhos apresentados, endereço completo, telefone, uma pequena biografia e e-mail se tiver.

b) Por e-mail: Os trabalhos e as informações acima sobre o autor devem vir num único documento em anexo ou no próprio corpo da mensagem.

Cada autor deve fazer uma única inscrição para todos os trabalhos que apresentar.

OS TRABALHOS ENVIADOS NÃO SERÃO DEVOLVIDOS.

OS NÃO CLASSIFICADOS SERÃO DEVIDAMENTE DESTRUÍDOS.

ENDEREÇOS PARA ENVIO DOS TRABALHOS:

Pelo e-mail: concurso@tabacultural.com.br com o assunto: Grande Concurso Cidade do Rio de Janeiro

 
Pelos correios para:
 
TABA CULTURAL EDITORA
 
Grande Concurso Cidade do Rio de Janeiro
 
Rua Joaquim Silva, 56 Gr. 701 Centro
 
CEP: 20241-110 Rio de Janeiro-RJ
 
O envelope também pode ser entregue diretamente no endereço acima.
 
TABA CULTURAL EDITORA
 
Rua Joaquim Silva, 56 Gr. 701 Centro
 
CEP: 20241-110 Rio de Janeiro-RJ
 
O envelope também pode ser entregue diretamente no endereço acima.
 
PRAZO DE INSCRIÇÃO: de 10 de janeiro a 10 de abril de 2011.
 
RESULTADO: até 10 de maio de 2010.
 
PREMIAÇÃO: (Independentemente da categoria)
 
RIMEIRO LUGAR:
 
a) Publicação gratuita do trabalho em livro.
b) 20 exemplares da obra com o trabalho publicado.

c) R$ 300,00 em livros da TABA CULTURAL.
 
 
SEGUNDO LUGAR:
 
a) Publicação gratuita do trabalho em livro.
 
b) 15 exemplares da obra com o trabalho publicado.
 
c) R$ 200,00 em livros da TABA CULTURAL.
 
 
TERCEIRO LUGAR:
 
a) Publicação gratuita do trabalho em livro.
 
b) 10 exemplares da obra com o trabalho publicado.
 
c) R$ 100,00 em livros da TABA CULTURAL.
 

PRÊMIO DE PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: Os autores selecionados para este prêmio conquistam o direito de participar do livro (único ou duplo), em regime de parceria.
 
 
Os casos omissos serão resolvidos pela Editora.
 
 
Rio de Janeiro-RJ, 2 de janeiro de 2011
 
José Maria Rodrigues
 
Editor

VEJA OS REGULAMENTOS DOS CONCURSOS "QUEM SABE FAZ AGORA" e "MANIA DE ESCREVER" no site: www.tabacultural.com.br, no link: Concursos atuais.

Se possível nos ajude a divulgar.



Escrito por wagner4 às 17h27
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